O Acompanhamento Terapêutico dentro da clínica de Dependência Química

Atualmente, os tratamentos de dependência química existentes demonstram-se eficientes, porém, quando se trata de romper o isolamento social, modificar padrões mal adaptados de comportamento, re-inserção social e acompanhar a recuperação, pouco pode ser oferecido. O Acompanhamento Terapêutico (AT) é um dispositivo de tratamento que utiliza um ‘setting” terapêutico mais amplo do que o tradicional e muito conhecido na clinica da psicose. Porém, o AT no tratamento de dependências químicas é uma iniciativa inovadora e pouco difundida e exercida hoje em dia. Resumidamente, o AT oferece aos dependentes químicos que ficam desgastados com inúmeras tentativas de normatização da sua vida como um todo, uma nova alternativa de tratamento. Afinal, eles apresentam dificuldades de aderência ao tratamento convencional – consultório, ambulatório, internação e orientação familiar - e precisam ser engajados, motivados e acompanhados no processo de cura, recuperação ou reconstrução da autonomia . O AT preenche esta lacuna do tratamento e acrescenta. Desse modo, o objetivo deste curso consiste em aproximar da clínica do AT com as dependências químicas.

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• AT e Dependência Química – Um novo recurso clínico
• O AT na rede multidisciplinar de psiquiatras, psicólogos entre outros.
• AT e o paciente - Características comuns e como abordar, lidar e acompanhar.

 

• A importância e implicações do AT e a família – a dinâmica peculiar e o papel do AT
• Os diferentes e diversos papéis do AT – A diversidade da atuação na prática clínica.
• Cuidados e limitações do AT – as demandas, expectativas e a importância da formação e atenção ao AT.

As aulas são compostas por slides, imagens, debates, vinhetas e casos clínicos.
Serão fornecidos certificados da Quality Saúde Mental para cada aluno.
Inscrições feitas até 16/02 ganham R$ 100,00 de desconto!

Evelyn Reichenbach : Psicóloga e Acompanhante Terapêutico. Especialista em Dependência Química pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e em Psicoterapia Ambulatorial pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Experiência clínica em saúde mental (Recanto Maria Tereza - 2008), coordenadora do Projeto Casa Abrigo para Adolescentes (PROJAB – Projeto de Ação Social de Barueri - 2007/2008), membro da equipe do Ambulatório de Álcool (GREA- IPq - FMUSP - 2008) e da equipe do Ambulatório de Estimulantes (GREA- IPq- FMUSP - 2006/2007).